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Regras misteriosas aumentam cobiça à taça da Copa do Mundo.
Por Gazeta do Povo | Postado em: 04/07/2018 - 08:46

A Taça Fifa (Taça da Copa do Mundo), que será entregue ao campeão da Copa do Mundo 2018 dia 15/7, por volta das 14 horas (de Brasília), é um objeto cercado por mistérios e regras – algo alimentado justamente pelos cartolas da entidade que organiza o torneio de seleções.

 O troféu foi desenvolvido pelo artista plástico Silvio Gazzaniga e possui 36,8 centímetros, além de 5 quilos de ouro sólido de 18 quilates, com duas bases de 13 centímetros de diâmetro, com detalhes em malaquita. Ao todo, a Taça da Copa do Mundo pesa 6,175 quilos e possui a figura de duas pessoas recebendo o planeta Terra.

Dentre as regras que cercam a Taça da Copa do Mundo, o maior deles é a sua posse provisória, apenas durante o evento de premiação. As seleções campeãs levam para casa uma réplica, um troféu banhado a ouro e com a inscrição do devido mérito. Mas a original – que traz o nome de cada um dos campeões da Copa do Mundo desde 1974 gravado – permanece como propriedade exclusiva da Fifa.

Outra norma interessante. O troféu original só pode ser tocado por campeões mundiais ou chefe de estado. Já no próprio vestiário do estádio da final, a Taça Fifa legítima é trocada pelo ‘troféu dos campeões’ da Copa do Mundo – a versão B do desejado objeto.

Pelos cálculos do site Luxury Launches, especializado em produtos de luxo, se estivesse à venda a taça custaria US$ 146.625, mas custou US$ 20 mil à Fifa.

A Fifa usa esses critérios para elevar a cobiça à Taça da Copa do Mundo, mas especialmente por segurança. A entidade teme que ocorra com o troféu o mesmo destino que a sua antecessora, a Jules Rimet. Depois de ficar com a posse definitiva da JR, a Confederação Brasileira de Futebol descuidou e a peça de ouro foi roubada e derretida.

Por isso, outro mistério cerca a dourada em jogo na Rússia: quem vai ficar com ela em definitivo? Ninguém sabe, pois não há uma regra clara para transmissão do bem, ao contrário da Jules Rimet, com repasse após o terceiro título. Na Taça da Copa do Mundo há espaço para gravar o nome do campeão até 2034.

 
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